10.11.08
Eles - Parte 1
Ele era o tipo de homem, que na verdade não era homem, não pela masculinidade, mas pela seneridade e seriedade que encarava a vida, coisa que homem não sabe fazer, ele não era um homem, era de outro mundo, homem perfeito não existe, e ele existia. Estava tão longe de mim, mas tão perto. Tinha um brilho incrivel naqueles olhos pretinhos por trás daquele óculos velhos arranhados que passavam um olhar de menino que era feliz e nem sabia direito porque. Era do tipo do homem, que num tinha aquela sujeira de homem no sentimento, e fazia qualquer um, qualquer ser humano se apaixonar. Era incrivel. Pensava de uma forma, que na verdade, ninguem nem sabe pensar. Eu conseguia enxergar o brilho dele. Ele tava tão longe de mim, mas eu sentia ele perto. Chorei dias de saudade. Chorei noites de lembrança, ele não sabia. Guardo na lembrança, meu rosto colado na grade, aquele cheiro de ferrugem com gosto salgado de lágrimas, e os olhinhos dele pra mim, dizendo que ia voltar.
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